Sim, com uma distinção que vale a pena fazer antes de assinar seja o que for.
O núcleo do sistema é neutro quanto ao país: a agenda de consultas, o processo clínico, os perfis de acesso com registo de auditoria imutável, a marcação online, os lembretes, os relatórios operacionais e a API funcionam da mesma forma em qualquer país onde a clínica opere. Essa parte fica pronta em dias.
Três coisas dependem do país: a receita eletrónica, a verificação da elegibilidade do seguro e o formato de faturação eletrónica exigido por lei. Cada uma é uma integração com um serviço nacional. As três já funcionam na Polónia, e ligar o equivalente no seu país é trabalho de implementação, não de desenvolvimento de produto. Antes de qualquer compromisso, dizemos quais das três já existem no país onde opera.
Os dados dos pacientes são guardados na União Europeia e não saem dela, o que para uma clínica sujeita ao RGPD costuma ser a parte mais simples da conversa. A lista de preços é publicada na sua moeda e, fora da Polónia, os valores são líquidos.